40 jeitos de se irritar um ateu.

1. Pergunte-lhe porque odeia Deus.

2. Diga que se não há Deus todos poderiam sair matando por aí.

3. Peça-lhes para rezar com você.

4. Convide os filhos dele para ir à igreja com você.

5. Diga que Deus existe e que você pode provar, pois a Bíblia diz o mesmo.

6. No fim de uma discussão sobre o assunto acabe com “eu sei que você é mais esperto que eu, mas eu estou certo”.

7. Diga que sabe que no fundo ele tem certeza de que Deus existe.

8. Sempre deixe claro que, como ateu, ele irá para o inferno.

9. Não tenha medo de usar a frase “tenho pena de você”.

10. Acuse-o de deliberadamente ignorar o óbvio.

11. Diga que falta de provas não provam que não aconteceu.

12. Não tenha medo de usar a frase “Ele trabalha de formas misteriosas”.

13. Não tenha medo de usar a frase “somos muito pequenos para entender o Seu raciocínio”.

14. Insista dizendo que a fé é a única resposta lógica.

15. Não tenha medo de usar a frase “você não vê o ar, mas ele também existe”.

16. Fale que você era um bebum, viciado em drogas, batia na esposa, abusava dos filhos, não tinha um bom emprego e, como se não bastasse, ainda adorava rock pesado. Mas encontrou Jesus…

17. Não tenha medo de usar a frase “você ainda vai precisar Dele”.

18. Acorde-o às 8 da manhã de um domingo e lhe entregue um panfleto religioso.

19. Sempre que ele dizer que é ateu dê um salto enorme para trás, como se aquilo fosse contagioso.

20. Depois que o ateu der um sermão explicando tudo que pensa e que prova que Deus não existe use o método mais fácil de contra-resposta: Dê um longo suspiro antes de começar as próximas frases.

21. Explique que as 42 crianças que foram rasgadas por ursos enviados por Deus não eram crianças de verdade, e sim sementes do Diabo. (2rs 2:24)

22. Se um ateu perguntar a você se sacrificaria o seu filho em nome de Deus responda: “Deus nunca me pediria isso”.

23. Diga que Deus responde todas as suas orações, às vezes a resposta é “não”.

24. Diga que os cristãos não são perfeitos; apenas perdoados de tudo que fazem de errado.

25. Diga que as últimas palavras do Buda foram: “Perdoe-me, Jesus”.

26. Explique que Deus não prova que existe pois assim iria eliminar a necessidade de fé.

27. Não tenha medo de usar a frase “é exatamente o que o Diabo quer”.

28. Tente exorcizá-lo.

29. Diga que ir à igreja é, além de necessário, muito divertido.

30. Quando vocês estiverem discutindo e o ateu estiver levando uma melhor, não deixe de parar tudo que está fazendo e comece logo a fazer orações em voz alta, muito alta.

31. Envie informações anônimas para a polícia dizendo que ele guarda drogas na garagem.

32. Pergunte porque ele só se concentra nas partes ruins da Bíblia.

33. Diga que Deus pode curar a AIDS.

34. Diga que se Deus não curar a AIDS, pelo menos será melhor que passar a eternidade no inferno.

35. Pergunte a quem ele recorre quando está com medo.

36. Use muitos verbos transitivos intransitivos: “Jesus ressuscitou dos mortos”.

37. Toda vez que ele dizer que Deus não existe dê uma gargalhada sinistramente religiosa (você vai entender na hora certa o que fazer).

38. Quando ele falar algo sobre a homossexualidade diga que Deus criou Adão e Eva, e não Adão e Ivo.

39. Sempre que houver uma tragédia nacional diga que tudo isso é culpa de pessoas que nem ele.

40. Se nada adiantar, dê-lhe um soco na cara.

 

Mensagem original de jiraya el xico 
euri, mas falta ai:

41. Se ele falar alguma contradição sobre Deus, diga que esse não é seu Deus, o seu não é assim.
42. Se ele falar “eu não acredito”, diga que isso vale o mesmo que “ter 100% de certeza que não existe” e portanto ele é tão radical quanto um mulçumano.
43. Pergunte: “por que você odeia a bondade?”
44. Critique a ciência e depois afirme que é por isso que a religião é verdadeira.
45. Se ele falar de evolução, diga que para ele o homem veio do macaco
46. Se ele falar de big bang, diga que uma explosão não vai criar um carro do nada.

   

Está pensando em divorciar? leia esse texto antes

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: Tenho algo importante para te dizer. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: Por quê?
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou: você não é homem!? Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado.
Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio? Disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa, no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo? O papai está carregando a mamãe no colo!? Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho? Não conte para o nosso filho sobre o divórcio? Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

divorcio
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto,seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse? Todos os meus vestidos estão grandes para mim. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso? Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração?.. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse? Pai, está na hora de você carregar a mamãe?. Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: ?Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo?.
Eu não consegui dirigir para o trabalho? fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia? Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela? Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar.
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa? Você está com febre?? Eu tirei sua mão da minha testa e repeti. Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe?.
A Jane então percebeu que era sério. Deu-me um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: ?Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe?.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio? e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã.Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, do seu marido, façam pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Um casamento centrado em Cristo é um casamento que dura uma vida toda.
   /(RECEBI O TEXTO ACIMA, POR E-MAIL. NÃO SEI QUEM ESCREVEU. ACHO, TAMBÉM, QUE POUCO IMPORTA SE é UM RELATO REAL OU FICTÍCIO. POR ISSO RESOLVIPUBLICAR AQUI. SE SALVAR DO DIVÓRCIO UM CASAMENTO FRAGILIZADO, TERÁ VALIDOA PENA)/ Links:——[1]http://novotempo.com/amiltonmenezes/2010/08/30/esta-pensando-em-divorciar-leia-esse-texto-antes/divorcio/

   

Três Rainhas Bruxas?

 Você NÃO sabe o que teria acontecido se tivesse sido três sábias MULHERES em vez de três homens sábios, não é?

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Elas teriam perguntado para as direções, chegariam a tempo,
ajudariam a entregar o bebê, limpariam o estábulo(manjedoura), fariam uma caçarola e trariam fraldas descartáveis como um dom.

   

Cadeira Elétrica

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Foram condenados à morte na cadeira elétrica três indivíduos: um árabe, um brasileiro e um português.
Sendo o árabe escolhido para o início das execuções, ele, ao ser amarrado à cadeira, começou a exclamar: “Ala! Alá! Alá…”
O executor acionou a chave, e a cadeira não funcionou; então, libertaram o árabe.
O brasileiro, que era cristão, vendo tamanho milagre, converteu-se imediatamente ao islamismo e, ao ser amarrado à cadeira, começou a exclamar: “Ala! Alá! Alá…” E, quando o executou acionou a cadeira, ela novamente não funcionou, e o brasileiro foi libertado.
O Português, curioso, observando tudo aquilo e tentando entender por que eles havia feito tais exclamações, observou por todos os lados até ser atado à cadeira.
Antes que o executou tentasse sua execução, o português exclamou: “Alá! Alá o cabo fora da tomada!”.

   

WC E UM ERRO DE COMUNICAÇÃO

Um casal, em companhia dos seus filhos, resolveu procurar uma localidade, onde pudessem passar suas férias.

Descobriram, numa região, uma linda que preenchia os requisitos exigidos pela família. Havia, porém, um pequeno incoveniente: A localização do “WC” (water closet).  Resolveram, então, escrever para o proprietário - um Pastor Protestante - a seguinte carta:

“GENTIL PASTOR: Visitando sua cidade à procura de uma casa para alugar, durante nossas férias, soubemos que o senhor é dono de uma que, por sua localização e distribuição, muito nos agradou. Todavia, antes de celebrarmos o nosso acordo, gostaríamos que nos informasse em que local se encontra o “WC”.

O pastor, que desconhecia o significado da abreviatura “WC“, julgando tratar-se da palavra WHITE CHAPELL, capela de uma seita inglesa, respondeu nos seguintes termos:

“ESTIMADO SENHOR: Recebi sua carta que muito me honrou, e, na qual, agradeço a preferência da escolha. O local e o clima onde está situada a casa são excelentes. Quanto ao lugar do “WC”, posso adiantar-lhe que o mesmo se encontra a uns 10 km de distância. Pode-se ir a pé, mas para os que têm pressa, porém, aconselhamos ir de bicicleta.

Há lugar para umas duzentas pessoas sentadas e cem de pé, que, ao ato, acorrem muito satisfeitas, principalmente, quando ele é celebrado pela manhã.

Aconselhamos, porém, chegar bem cedo, a fim de obterem gratuitamente, o seu jornal que, por uma questão de ordem, depois de servido, é entregue àqueles que esperam do lado de fora.

Um ampliador de som colocado no interior do recinto, informa ao povo da cidade a maneira como se realiza o ritual. Fotógrafos aproveitam para documentar a prática de tão salutar espetáculo.

O ambiente é muito acolhedor e, no inverno, todos aproveitam para ficar ainda mais bem juntinhos, o que torna o feito mais aprazível e aumenta a disposição de cada participante.

Ao final, todos, inclusive as crianças, cantam em coro, dando graças ao Senhor, por terem conseguido realizar a contento, tão nobre esforço.

Então, uma grande bandeja recolhe o produto final dessa prodigiosa contribuição humana, que, ao som da Banda de Música local, é repartida fraternalmente para todos os moradores da região.

   
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